Só sei que nada sei
Nem sei como começar. Demorei, mas criei coragem para “invadir” o espaço de uma das minhas melhores amigas.
É complicado escrever no blog de uma pessoa tão culta e informada. Confesso que dá um friozinho na barriga.
Nem me apresentei, né?. Oi, eu sou a Nathy.
Nathy? Que Nathy? Quem é você? Dá onde saiu? O que faz? Por que está aqui?
Faço parte da RosaChoque produções e me formei junto com a Mari. Atualmente, estou cursando jornalismo (um dom que descobri ao longo do tempo).
Sou sentimental, mas sentimental mesmoooo. Aquelas que choram quando vêem o final da novela das oito, o naufrágio do Titanic, a cena do Che Guevara ajudando os necessitados, em Diários de Motocicleta etc. Por aí, percebe-se que sou muito eclética. Gosto de Legião Urbana a Fat Boy Slim, de Arroz com Feijão a Bacalhau, de Paulo Coelho a Milan Kundera, de “Legalmente Loira” a “O Fabuloso Destino de Amelie Poulain”, de Bratt Pitt a Al Pacino, de Buda a Maomé...
Adoro conhecer tudo, me sinto completa. Sendo assim, consigo me relacionar diariamente com pessoas totalmente opostas.
É piegas dizer que não sou preconceituosa. Todos nós somos. Eu com ele, ele comigo, eu comigo mesma, ele com ele mesmo. Tenho amigos brancos, pardos, negros, japoneses, ruivos, morenos, loiros. Hetero, homo e bi.
Falando em sexualidade, devo revelar que tenho certo carisma com os meninos homossexuais. Estes já fazem parte do cotidiano feminino. Acho que todas as mulheres deveriam ter um amigo gay. Eles nos orientam, nos entendem, brigam, choram e riem conosco, escutam, falam, ensinam. Quando aquela carência “bater” (principalmente na época da malvada tpm), se “aconchegue em um colo” de um amigo gay. É muito bom.
Estou solteira; livre, leve e solta. Os relacionamentos, em geral, estão muito complicados: é a falta de tempo, a distância, a não cumplicidade, não fidelidade, não lealdade, drogas, bebidas, pensamentos vagos etc.
Cheguei à conclusão que está mais fácil ser feliz sozinha.
Bom... chega né? Isso só foi a minha apresentação. A partir de agora, irei escrever tentando desabafar e mostrar ao leitor como é bom “sair” um pouco deste mundo frenético e pensar mais no que ocorre ao nosso redor que não “vemos”.
Como é bom refletir! Só sei que nada sei (Sócrates).
Nathalia Hernandes
Escrito por Clareador Cerebral às 00h06
[ ]
|
Divagando e Pedalando sobre os relacionamentos
Será que alguém pode me explicar o porquê da minha tristeza? Poxa, eu não sou assim. Sou uma menina alegre, tenho o sorriso mais famoso do mundo, um humor sem igual, mas não consigo parar de chorar! Deve ter um motivo.
Estava pedalando no meio do Riacho Grande e queria que ele estivesse do meu lado, mesmo estando (teoricamente), mas não presente. Quem estava ao meu lado era o Pedro. Eu e meu amigo gay no pedalinho mais Gay do mundo divagando sobre relacionamentos. Disse ao Pedro que se ele fosse bi teria me apaixonado por ele naqueles minutos, pois a cena estava para lá de romântica!
Eu achava que os Gays eram felizes, e que as mulheres que fossem o veneno do relacionamento heterossexual. As coisas não são bem assim!
A Nathalia vai aparecer logo logo no Clareador! Aguardem!
Mariana Perin
Escrito por Clareador Cerebral às 21h37
[ ]
|