Domingo
Poxa, saudade daquilo. Na Alemanha foi uma loucura, todo mundo ficou chapadão. Ah, mas eu nem gosto tanto dele, prefiro o Leminski. Minha mãe deu uma porra de um pingente e ele deu um brilho. Odeio papo de intelectual, será que vocês podem parar? Eu não sei porquê eu gosto do Itamar. Bicho doido, nossa! São essas coisas de internet. Nossa, tem um blog muito legal do Bortolotto, entra sim! Eu tento falar com ela, outro dia ouvi a conversa de vocês – eu na internet e vocês ao telefone. Difícil essa vida de casada! Fica assim pra sempre Fia, casa não! Eu adoro a fase Charles Máster, esse Júpiter Maçã é um saco. Assim tá casada do mesmo jeito. Tô ótima, juro! Nossa, eu te amo tanto! Eu também te amo. Credo, que melação! Piaf é lindo, não é? Eu assisti uma biografia de um cara de uma banda que cometeu suicídio com 23 anos. Ninguém merece ficar sem se encontrar pra depois lamber desse jeito. Tô meio bebinha e não vou embora. Preciso ir embora. Você gosta de Bourbon? É doce? Eu não tenho saudade nenhuma de quando eu era novinha! Eu preciso emagrecer uns quatro quilos para isso. Eu odeio televisão. Você não percebe que algo idealista é bem melhor. Foda-se se aos quarenta bla bla blá! Amor puro. Minhas mulheres de Atenas. Marias.
[à vocês. com amor]
Escrito por Clareador Cerebral às 19h39
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