Você se libertou. Fazer o que?
Entendo... desejo boa sorte.
Mas não imaginava uma dor tão forte.
De todas as minhas viagens, quando ia daqui ao Rio,
Com sorrisos mil, cheio de samba sem nada que gostasse.
Quando Vinícius chegou, tu não entendeu.
Mas de que valeu a solidão?
Vá lá. Pode ir.
Mas eu não vou fugir. Pra que?
Meu abrigo é você, enquanto opto pela chuva
Sinceramente, meu saber não existe.
E vá lá. Porque eu vou fugir sim. Maior prova de sabedoria
Nas horas em que sofro, não quero a noite.
Quero a praia.
E só elas, e não você – ninguém!
Escrito por Clareador Cerebral às 00h09
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